Publicado em · Atualizado em · Christian Costa · Investimentos · 2 min de leitura
Erros comuns de quem começa a investir
Os erros que mais custam no começo são investir sem reserva, perseguir rendimento prometido e concentrar tudo num único produto que a pessoa não entende.

O erro mais caro de quem começa não é escolher o CDB “errado”. É investir o dinheiro do aluguel. Sem reserva de emergência, qualquer oscilação ou carência vira dívida no cartão, e o juro do rotativo come anos de aplicação. Primeiro o mês cabe; depois o investimento. O valor para começar pode ser pequeno: quanto preciso.
O segundo erro é acreditar em percentual garantido fora de título que realmente contratou uma taxa. Grupo de mensagem, “robô” sem instituição e esquema de indicação não são investimento — a CVM publica alertas. Rentabilidade de site de terceiro, sem o contrato do emissor, não existe.
O terceiro é concentrar. Tudo em uma ação, como no exemplo da Petrobras, ou tudo no cofrinho de um único banco acima do que o FGC cobre, transforma um imprevisto em problema grande. O limite vigente do FGC está no site do fundo, não numa memória de R$ 250 mil se a regra tiver mudado.
O quarto é ignorar imposto e liquidez. CDB que só rende no vencimento não paga a geladeira que quebrou. LCI isenta com prazo longo não é poupança. Leia CDB, LCI ou letra de câmbio antes de correr atrás da palavra “isento”.
O quinto é não anotar. Uma vez por mês, abra o extrato da corretora ou do banco e veja o que é seu. Investimento que você não consegue explicar para a família ainda não é um investimento que vocês deveriam ter.
Fontes
Este texto é educativo. Não é recomendação de investimento, crédito ou seguro, e não promete rendimento, aprovação ou cobertura.
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