Publicado em · Atualizado em · Christian Costa · Investimentos · 2 min de leitura
Como funciona o Tesouro Direto?
Você compra título público federal por uma instituição habilitada, com custódia na B3. A remuneração segue o título; vender antes do vencimento pode ter preço diferente.

O Tesouro Direto funciona assim: o Tesouro Nacional emite o título, uma instituição habilitada (banco ou corretora) intermediária a compra, e a B3 custodia. Você vê o saldo no extrato e pode vender antes do vencimento pelo preço de mercado daquele dia, que não é garantido igual ao que você pagou. No vencimento, recebe conforme a regra do papel. Tudo isso está explicado, com simulador, em tesourodireto.com.br.
Há três famílias. Tesouro Selic, ligado à taxa básica. Tesouro prefixado, com uma taxa definida no momento da compra. Tesouro IPCA, que soma a inflação medida pelo IPCA a uma taxa. Alguns pagam juros semestrais, o que adianta imposto e reduz o efeito de deixar tudo acumulado. Para a primeira compra, leia Tesouro Direto para iniciantes.
O horário de compra e a liquidez são do programa: há liquidação em dia útil, não é Pix instantâneo para qualquer título. Taxa de custódia e o spread da instituição existem. Imposto também: o Tesouro tem IR. IOF incide se o resgate for muito cedo; veja IOF.
Não é o FGC que garante título público. A garantia é o próprio emissor, o Tesouro Nacional. Isso é diferente de um CDB. Não misture as duas proteções na conversa de família.
Quanto rende um valor específico só o simulador do dia responde. É o tema de quanto rende o Tesouro. Desconfie de planilha que trava a Selic por trinta anos.
Fontes
Este texto é educativo. Não é recomendação de investimento, crédito ou seguro, e não promete rendimento, aprovação ou cobertura.
- Tesouro Direto
- Título público